Sebastião Alba
O NAVEGADOR
Plena, a cidade
navega o dia. Ao lado,
o mar em que verte.
Passa lentamente,
à sombra, imposta,
do seu meridiano.
Só um vidro faísca:
Há séculos emite
sinais indecifráveis.
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Não sou daqui das praias da tristeza Do insone jardim dos glaciares Levai minha nudez minha beleza E colocai-a à sombra dos palmares - Natália Correia
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